| Os Próprios Vírus (conituação do artigo Abordagem)- Dra. Yasko |
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| Enviado em Fri 04 Jul 2008 por ADEFA (141 leituras) |
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Os Próprios Vírus Eu acredito que cada um dos vírus da vacina MMR auxilia a “limpeza” de um modo crônico em diferentes órgãos do corpo. Conforme uma ativa a eliminação viral, é possível ver efeitos diferentes nos vários órgãos. Eu concordo com o Dr. Wakefield que a porção de sarampo da vacina tende a criar uma infecção viral crônica que auxilia a “limpeza” no trato intestinal. Eu sinto que é a porção de sarampo da vacina que também cria muitos dos problemas visuais ou estímulos que são vistos no comportamento autista. Como o vírus do sarampo é presumivelmente eliminado das crianças autistas, percebe-se uma melhoria no intestino, nos movimentos intestinais. Na minha prática, eu também trabalho com um número de indivíduos com doença de Crohn e colite ulcerativa. Eu descobri que pode-se eliminar os sintomas da doença sem ativar a eliminação do vírus. A chave para eliminar os sintomas nestes indivíduos parece ser o uso de suplementos que reduzem os mediadores inflamatórios TNt alpha, e também ajudam a restaurar o equilíbrio de TH1/TH2 no sistema imunológico. Enquanto esta estratégia é útil para ajudar os sintomas isolados do intestino no autismo, é preferível eliminar o vírus devido aos efeitos mais severos da infecção crônica de sarampo nestas crianças. A natureza e a magnitude dos efeitos da infecção de sarampo crônica pode ser exemplificada pela doença conhecida como sclerosing panencephalitis sub aguda (SSPE). A SSPE é uma infecção de sarampo crônica que ocorre mais freqüentemente em garotos que em garortas. Enquanto as manifestações de SSPE ocorrem de 6 a 8 anos depois da infecção de sarampo, os primeiros estágios da SSPE têm uma similaridade surpreendente com o início do autismo. O início inclui “comportamento progressivo e deterioração intelectual que pode incluir dificuldades psicológicas, mudanças de personalidade, desempenho de escola em declínio, memória diminuída, julgamento e coordenação motora alterados.” As últimas manifestações desta doença crônica incluem derrame, anormalidades oculares, atarxia, dyskinesia, deficiências neurológicas, diminuição visual e da fala e mudez. Felizmente, as similaridades entre o autismo e a SSPE terminam aí, já que a SSPE é uma doença fatal. Além da infecção de sarampo que foi bem caracterizada por Wakefield, creio que estas crianças têm problemas com infecções virais crônicas de cada um dos outros vírus na MMR – caxumba e rubéola. Eu acredito que a rubéola tende a afetar especificamente o pâncreas, ou “auxiliar na limpeza” do pâncreas. Os resultados desta infecção viral crônica do pâncreas incluem potencialmente a regulagem dos desequilíbrios do açúcar, níveis diminuídos de vitamina K e secreção diminuída de uma variedade de enzimas pancreáticas. A liberação diminuída de peptídeo inibidor gástrico do pâncreas pode levar ao excesso de ácido no intestino e os conseqüentes problemas bacterianos. A enzima GAD (ácido glutâmico decarboxylase) é também sintetizada no pâncreas e é crucial para a regulagem do glutamato e GABA. A importância crítica do equilíbrio entre o glutamato e GABA tem sido escrito tanto pelo Dr. Blaylock e por mim mesma. Estes relatórios também discutem o papel central do excesso de glutamato e a falta de GABA no desenvolvimento das desordens autistas. O achado recente que o cobre suprime o GABA, liga o dano pancreático às rupturas nas proporções cobre/zinco no corpo. O CCK é ainda um outro produto do pâncreas. Níveis diminuídos de CCK no cérebro estão relacionados a “intolerância ambiental idiopathic”. Esta é uma desordem psicológica que é caracterizada pela diminuição do social e do funcionamento vocacional e está também relacionada a ansiedade e ao pânico. Esta condição é reminiscente de algumas questões de socialização vistas em crianças com comportamento do tipo autista. A liberação diminuída de secretin do pâncreas, tem-se afirmado, estar envolvidas com as dificuldades de fala. O secretin que é liberado pelas células Purkinje no cérebro pode regular as células próximas para produzir GABA. Além disso, o secretin parece ativar os neurônios na amygdala, uma área do cérebro que integra os estímulos emocionais e sociais. Os efeitos da vacinação de rubéola singular são exemplificados por alguns dos casos que eu tenho visto na minha prática. Eu trabalho com um indivíduo em seus 40 anos que recebeu a rubéola como uma vacina separada quando ela estava disponível em 1969. ela desenvolveu diabetes tipo I em seguida a vacina de rubéola aos 8 anos; ela não nasceu com diabetes tipo I. é sabido que a diabetes tipo I causa danos ao pâncreas, regulagem anormal do açúcar e destruição da enzima GAD no pâncreas que converte glutamato em GABA. O quadro clínico é reminiscente de alguns dos desequilíbrios que se vê no autismo. Há ainda um outro caso de um indivíduo de 41 anos que foi vacinado com a porção da vacina de rubéola aos 17 anos. Ela desenvolveu ansiedade moderada, desordem do pânico depois da vacinação. A doença do pânico e ansiedade excessiva podem estar relacionadas aos desequilíbrios de GABA e de açúcar. A mesma pessoa foi revacinada para rubéola depois do nascimento de cada um de seus 4 filhos. Logo depois da última vacinação, esta mulher desenvolveu hipoglicemia severa, tendência a derrames, pânico agudo e ansiedade ao ponto da agorafobia. Esta condição perdurou por 7 anos. Pode-se notar a potencial influência das infecções virais crônicas singulares quando se olha para casos de vacinação dos indivíduos. Eu acredito que o vírus da caxumba “auxilia a limpeza” nas regiões do corpo que afetam o equilíbrio hormonal – os testes (?) ou os ovários. A infecção de caxumba severa é conhecida por resultar em orchitis ou oophritis. No ano passado eu examinei a relação entre os níveis de hormônio e o comportamento do tipo autista tanto em machos como em fêmeas. Como resultado deste trabalho eu encontrei desequilíbrios hormonais significativos. Estes desequilíbrios não são sempre do mesmo padrão ou natureza. Isto seria esperado, já que todas as crianças consideradas “autistas” não exibem necessariamente os mesmos desequilíbrios bioquímicos. Algumas das crianças do sexo masculino com que eu trabalho parecem ser completamente destituídas de testosterona. Outras completamente destituídas de DHEA. Por outro lado, alguns têm níveis de testosterona normais ou até em nível alto, ainda que os níveis de hormônio lutenizing são ainda extremamente altos. Algumas destas irregularidades hormonais podem ser equilibradas com o uso de suplementos que auxiliam os níveis de hormônio. Seguindo um programa para auxiliar a eliminação viral do corpo, a necessidade destes suplementos é diminuída ou eliminada. Estes desequilíbrios maiores nos níveis de hormônio podem ser o ponto crucial do problema em termos de “o mito relacionado a idade” concernente ao autismo. O mito a que eu estou me referindo é a noção comum de que se deve “capturar” e reverter o autismo aos 5 anos, do contrário é impossível revertê-lo. Esta pressão da idade é adicional aos pais de crianças autistas, que já estão se sentindo oprimidos pelo peso emocional, pelo tempo e pressão financeira. Na minha prática, eu não tenho achado que a idade é um fator no trabalho com o autismo. A discrepância entre os níveis de hormônios reais e os níveis de hormônios adquiridos torna-se maior conforme a criança cresce. Como resultado, os problemas associados com a falta de hormônios apropriados são exacerbados com o aumento da idade. Se se atinge os desequilíbrios de hormônio, então a idade da criança não é mais um fator no trabalho com o autismo. Um dos adolescentes com quem eu tenho trabalhado está agora com 17 anos. Recentemente seu professor de matemática escreveu um problema na lousa e ofereceu $5,00 para quem o terminasse primeiro. Dentro de 15 minutos, este indivíduo terminou o problema corretamente. Mais tarde, o professor confidenciou a mãe que ele tinha feito a oferta, mas que ele não esperava que ninguém resolvesse o problema. O professor precisava de uma hora e meia para chegar a resposta por ele mesmo, enquanto o adolescente a tinha pela metade do tempo. Os sintomas de infecção de caxumba severa também incluem a inabilidade para sentir dor. Baseado na falta de hormônios e nos desequilíbrios hormonais, é possível que a infecção de caxumba crônica também suprima as emoções bem como suprime a dor. Consistentemente com esta hipótese é descoberta de que durante o tempo da eliminação viral percebe-se mudanças de humor que representariam uma habilidade para reconhecer e responder emocionalmente. Eu acredito que em alguns casos a infecção de caxumba é severa o bastante para causar dano ou infecção crônica das parótidas. Espera-se que ativando a eliminação viral nestes casos resultará em melhoria da linguagem nas crianças com habilidades limitadas da linguagem. Além das dificuldades encontradas com vírus específicos, há também as conseqüências gerais da infecção viral crônica no corpo. Muitos vírus têm sido documentados por ativarem a síntese das proteínas metallothionein. Enquanto o efeito de curta duração disto esperava-se que fosse benéfico, o efeito de longa duração poderia ser a diminuição das proteínas MT no corpo. Seria difícil suprir estas proteínas uma vez que elas são diminuídas devido a total falta de enxofre vista em muitas destas crianças. Além disso, é possível que estas proteínas MT, que são ativadas em resposta a infecção viral, sejam capazes de ligar os metais pesados no corpo. Contudo, ao contrário das proteínas MT que são produzidas em resposta aos sinais celulares, estas Mt virais agem para seqüestrar os metais dentro da célula. É importante lembrar que os vírus são parasitas, eles não são organismos de vida própria. É no melhor interesse do vírus manter o hospedeiro, neste caso a criança, imuno-comprometida a fim de que o vírus continue a ter um lar. Se o vírus é capaz de ajudar a manter os metais pesados dentro das células, ele certamente manteria o hospedeiro imuno-comprometido. A infecção viral crônica também teria a conseqüência de ativar continuamente o sistema imunológico. Isto poderia resultar numa diminuição dos mediadores reguladores chave do sistema imunológico bem como de uma condição inflamatória crônica. Esta condição inflamatória crônica levaria diretamente situação de excitotoxina sobre a qual eu escrevi previamente. Por que não todos? Eu penso que qualquer explicação para o autismo deveria atingir a questão do porque todo mundo que é vacinado não se torna autista. Este tem sido um dos argumentos considerando o envolvimento da vacina de MMR e o thimerosal no autismo. Eu acredito que há certos fatores que tornam uma criança em particular suscetível ao autismo depois da vacinação com a MMR. Estes fatores da predisposição incluem níveis altos de glutamato, disfunção do fígado, certos tipos de sangue, uma história familiar de alcoolismo, problemas de fígado ou inflamação neurológica, níveis de metal pesado da mãe, e infecções bacterianas ou virais crônicas da mãe, entre outros. Eu acredito que um fator chave é uma infecção por estreptococo básica. Virtualmente, todas as crianças com que eu trabalho tiveram incidentes ou infecções de ouvido ou infecções por estreptococo cedo na infância. Há evidências de que indivíduos com certos tipos de sangue ou com uma composição genética particular são mais suscetíveis à infecção por estreptococo. Isto pode explicar alguma “seletividade” vista com respeito ao autismo. Eu acredito que é provável que o estreptococo permanente resida como parte das bactérias ou flora da cavidade nasofaringeal destas crianças que são altamente suscetíveis a estreptococo. O sistema mucoso em nossas passagens nasais lança as bactérias e os vírus para o nosso estômago. É fácil ver como sob “condições comprometidas” os estreptococos podem sobreviver no estômago e criar seu caminho até o trato intestinal. O refluxo gástrico tem sido implicado como um fator nas infecções de ouvido. Não é de se surpreender então, que além de seu papel nas infecções de ouvido e garganta, a estreptococo tem sido relacionada ao intestino solto. As mudanças da flora intestinal desempenham um papel principal para causar o aumento da permeabilidade da membrana intestinal que é visto no intestino solto. A diminuição do glutathione é uma ocorrência comum no intestino solto. A infecção por estreptococo, ou a presença de infecção recente ou crônica, diminui os níveis de glutathione. Níveis altos de glutamato resultam na diminuição de glutathione. A infecçaão por estreptococo é também mais provável que seja um problema em indivíduos com níveis altos de glutamato, já que o glutamato está relacionado com a virulência nas estreptococos. A estreptococo prospera com o glutamato alto, ambiente de glutathione baixo. Assim, os efeitos combinados das mudanças na flora intestinal e glutathione diminuído formam a base para o intestino solto. As estreptococos têm a habilidade de se comportar como organismos oportunistas e residir no corpo como parte da flora normal, esperando por um momento oportuno para causar uma infecção ativa. A estreptococo sintetiza um número de proteínas para auxiliar em sua virulência. Estas proteínas encerram várias toxinas que aumentam sua virulência, incluindo uma toxina que se assemelha a zinc metalloprotease. Esta toxina se liga ao zinco e pode levar a desequilíbrios de zinco. Como mencionado anteriormente, a estreptococo ajuda a diminuir os níveis de glutathione. Foi descoberto que a eliminação é parcialmente dependente do glutathione. Além disso, foi sugerido que o glutathione pode desempenhar um papel na síntese da metallothionein. As metallothioneins são as proteínas envolvidas em ligar os metais pesados no corpo. Conseqüentemente, a infecção por estreptococo cria uma situação que esvazia o corpo de proteínas envolvidas na defesa viral e eliminação de metal pesado e predispõe o indivíduo ao intestino solto. Combinado, isto criaria um ambiente onde seria difícil para uma criança eliminar o thimerosal rapidamente. Dado este ambiente, a vacina MMR potencialmente causa o maior dano. Se a hipótese apresentada aqui está correta, é essencial para uma criança ser capaz de eliminar rapidamente o thimerosal antes que ele tenha chance de se tornar incorporado estavelmente nos ácidos nucléicos virais, de interagir com as enzimas cruciais, ou se tornar preso dentro das células. O contágio com vírus que tem a habilidade de criar a infecção crônica pode causar a destruição numa criança que esteja particularmente suscetível devido a infecção por estreptococo, ou qualquer número de outros fatores de predisposição. Uma criança com quem trabalho teve uma infecção viral por estreptococo severa ao nascer. A infecção estava enraizada tão profundamente que a cirurgia foi necessária para remover um abcesso da estreptococo no osso do ombro. Esta criança tem sérios problemas com comportamento agressivo e ansiedade. Ele é extremamente inteligente, no entanto está muito atrasado na habilidade da leitura. Seu corpo é incapaz de lidar com os metais pesados como foi evidenciado pela urina, fezes e análise de metal no cabelo. Muitos dos seus parâmetros bioquímicos são anormais. Esta criança não é autista e não tem atraso na linguagem ou problemas de contato visual ou interações sociais. Esta criança nunca foi vacinada. Uma abordagem para Cura Como já foi discutido, um dos meus objetivos é dividir meu conhecimento, observações e experiência a fim de que outros possam ter as ferramentas de que precisam para ajudar a curar suas próprias crianças. Eu acredito que conhecimento é poder, e quanto mais você sabe mais poder você tem sobre sua condição. Eu descobri que o autismo é uma fase em que as crianças possuem vários desequilíbrios bioquímicos colocados juntos. Desse modo, enquanto houver algumas generalidades universais, o plano específico de tratamento depende das necessidades específicas de cada criança. É por esta razão que eu passo mais de uma hora por semana com muitos pais desde quando nós começamos a jornada de tentar parar a progressão do autismo. O programa que nós usamos nos Consultores de Saúde Holística tem três fases básicas: Reforçar a dieta da criança com uma variedade de ervas, vitaminas e suplementos nutricionais. A idéia é compensar por quaisquer desequilíbrios no corpo devido ao mau funcionamento dos sistemas de órgãos. O número de suplementos utilizados varia de aproximadamente 5 a 50 ou mais, dependendo da severidade e os números de desequilíbrios numa criança. Os sistemas ou desequilíbrios que podem requerer suplementação incluem o pâncreas, o trato intestinal, produção excessiva de ácido no estômago, o fígado, os desequilíbrios hormonais, a tiróide, as supra-renais e os desequilíbrios neurotransmissores entre outros. Uma vez que percebamos menos stims, melhor contato visual, habilidade social melhorada, linguagem melhorada, aumento das habilidades cognitivas, menos mau humor e/ou comportamento agressivo, nós estamos prontos para continuar. Neste ponto o corpo está mais equilibrado e está funcionando adequadamente. Isto afirma o fato que a suplementação na fase I fez seu trabalho. A este ponto nos saímos do programa de suplementação do “indivíduo múltiplo” e mudamos para o programa de suplementação do “órgão total”. A idéia atrás desta fase de suplementação é fortalecer e auxiliar os órgãos em geral e o sistema imunológico especificamente. A fase 3 é a parte de “eliminação” do programa. Os suplementos são adicionados durante esta fase para ajudar a habilidade natural do corpo para eliminar o vírus crônico e os metais pesados. O programa de suplementação da fase 2 continua na fase 3 para assegurar que o sistema imunológico e os outros órgãos sejam bem assegurados durante esta fase. Algumas crianças precisam poucos suplementos como, por exemplo, 5 suplementos na fase I. Outras crianças podem requerer muitos suplementos como 50 por exemplo na fase I, bem como na fase 2 e na fase 3 do programa. Depende verdadeiramente das necessidades de cada criança em particular. Os padrões que eu estabeleço para a melhora são altos. Eu não fico satisfeita se uma criança está simplesmente um pouco melhor do que antes de trabalhar comigo. Eu espero que ocorra. Meu objetivo com as crianças com as quais eu trabalho é atingir o mesmo nível que eu estabeleço. É o nível de realização em que eu me empenho para atingir com as crianças. Como eu escrevi previamente, eu acredito que as crianças autistas são extremamente inteligentes. É exatamente por causa de sua alta inteligência, e receptores de glutamato adicionais que estão particularmente suscetíveis ao autismo. O problema não é com o que é ingerido, é com o que é eliminado. O propósito das fases 1 – 3 é atingir e modificar o problema da eliminação. Eu ainda não atingi o máximo com qualquer dos outros tipos de casos neurológicos com os quais eu trabalho (ALS, SLE, Parkinson, MS, Myasthenia gravis) e eu não antecipo um teto para o autismo. O que eu quero dizer com isso é que as pessoas com as quais continuam a melhorar sem atingir um patamar alto. Eu trabalho com um indivíduo que tem um tipo de ALS. Depois de dois anos passados, o ALS parou de progredir, e na verdade a maioria de seus sintomas se dissipou. Isto é o que eu espero ver das crianças autistas com as quais eu trabalho. Finalmente, eu acredito que a incidência de autismo cairia ao invés de continuar a crescer em uma proporção alarmante, dados os seguintes parâmetros simples: 1 – Exames vaginais universais e programas de tratamento para infecção de estreptococo maternal. A estreptococo é rotineiramente isolada das culturas vaginais. Isto poderia representar uma forma inicial de exposição deste patogênico com o recém-nascido. A recente prática de exame da mulher grávida a propósito do estreptococo vaginal e tratamento pode ajudar a reduzir a incidência de autismo se a infecção por estreptococo for na verdade uma condição de predisposição, como eu suspeito. Enquanto isto não eliminaria totalmente o problema, já que muitas crianças contraem as infecções por estreptococo através da via respiratória, certamente ajudaria a reduzir a incidência da infecção por estreptococo. 2 – Os pais deveriam esperar para vacinara qualquer criança até que estejam certos de qualquer evidência de infecção por estreptococo, infecções de ouvido e sem antibiótico por no mínimo uma semana para ter certeza de que não haja recaída. Na minha própria experiência profissional isto significa adiar as vacinas mês após mês se sua criança tem estado doente. Os pediatras também têm que estar conscientes e ser sensíveis ao fato de que isto é um problema sério. Seria útil se os médicos não usassem sua influência para sugerir que as crianças recebam vacinas se elas estão somente “um pouco doentes” ou ainda tomando antibióticos. 3 – os pais deveriam estar conscientes das condições de predisposição além das infecções por estreptococo que podem tornara acriança mais suscetível ao autismo. Estas condições podem incluir qualquer tipo de infecção crônica ou recente na criança, uso recente de tylenol (que diminui severamente o glutathione), história familiar de doença do fígado ou alcoolismo, intolerância sos produtos do trigo ou diários, asma, níveis de metal pesado da mãe, e infecções virais crônica da mãe, entre outros. Eu também acredito que deve haver uma relação entre a vacinação adulta da mãe e o autismo na criança. Esta é uja observação preliminar, mas vale a pena mencionar. Muitas mães de crianças autistas com que eu trabalho são professoras, enfermeiras, trabalham num hospital ou exercem uma função que requer vacinação. Outras mães recebem uma imunização através da exposição direta ao vírus depois da vacinação e infecção viral ativa de irmãos. Isto pode ser um fator adicional de predisposição para o autismo. Certamente, nem toda professora, enfermeira, trabalhadora hospitalar ou médica tem uma criança autista, portanto isto não é uma correlação direta. Talvez um programa de vacinação demorado e uma precaução maior devam ser exercidos quando se vacina crianças cuja mãe recebeu vacinações ou exposição viral significativa como adulta. 4 – Finalmente, eu penso que muitos problemas seriam evitados se fossem feitas mudanças no tempo das vacinas necessárias. O sistema imunológico de uma criança está tentando determinar “o que sou eu” e “o que não sou eu”. No dialeto imunológico isto é parte do desenvolvimento da auto-tolerância. Eu pessoalmente acredito que se nós vacinarmos as crianças muito jovens, nós interferimos neste processo delicado de desenvolvimento da tolerância, e corremos o risco de problemas imunológicos, agora e mais tarde na vida. Anos atrás, quando eu estava envolvida no desenvolvimento da vacina influenza haemophilus, eu me lembro das dificuldades em encontrar as primeiras versões da vacina. Parecia que a vacina não era imunogênica nas crianças abaixo de 2 anos, que era a população que nós desejamos proteger. Foi quando a vacina HIB foi dada simultaneamente com outras vacinas é que o sistema imunológico respondeu. Eu não sei até hoje, já eu saí do programa, se ela (a vacina) não era imunogênica o bastante ou se nós precisávamos enganar o sistema. Imunológico para que ele respondesse. Baseada nesta experiência, minha opinião pessoal é que se espera para vacinar com a MMR até que o sistema imunológico tenha uma chance de se tornar mais maduro; certamente não antes de 2 anos de idade. |
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